... que (re)encontrei ao teu lado.
Família. O melhor de tudo. A maior bênção. O mais importante.
Com saúde. Com o suficiente para vivermos bem.
Contigo, connosco e com os nossos.
Festas Felizes.
Rosália.
... e eu ainda consigo surpreender-me como o tempo passa depressa!
É incrível!
Rosália, 24/06/2011
No 122º aniversário de Charlie Chaplin, uma música que me deixou "embeiçada" desde o primeiro instante em que a ouvi!
Bom fim-de-semana e... sejam felizes!
Rosália
... para aqueles momentos em que quase nos esquecemos do que realmente importa.
Continuação de boa semana!
Rosália.
Nós, juntos, podemos fazer qualquer coisa!
Sempre!
Amo-te.
R.
"Eu vou guardar cada lugar teu,
ancorado em cada lugar meu.
E hoje apenas isso me faz acreditar
que eu vou chegar contigo
onde só chega
quem não tem medo
de naufragar."
Mafalda Veiga, Cada Lugar Teu
Contigo a meu lado, sei que vamos superar todos os obstáculos.
Amo-te.
Rosália.
É típico, muito típico do bom português passar a vida a queixar-se (e atenção que não falo de cor, também tenho essa "costela"... como boa portuguesa que sou, pois então). Porque chove. Porque faz sol. Porque está muito frio. Porque está calor demais. Porque há vento. Porque não há vento. Ai que as coisas estão tão caras...! Ai, se é tão barato não presta ou veio da China! Enfim, um rol interminável de queixas, queixinhas e queixumes, de lamentos e lamentações a propósito de tudo e ainda mais por causa de nada.
Somos assim, naturalmente insatisfeitos com tudo o que temos e o que não temos, com a Vida em si.
Depois, há dias em que nos deparamos com notícias de outros povos, de outros países, alguns deles até bem próximos, por razões várias, deste cantinho à beira-mar plantado que parecemos estar sempre a minorar, a negligenciar, numa onda constante de pessimismo. Há dias em que nos deparamos com algo como esta notícia. E levamos um senhor murro no estômago! Daqueles valentes, que nos deixam com uma dor e um ardor valentes, que parece que até nos tiram o ar dos pulmões.
Então, por breves momentos, paramos. Páro. E pensa-se:
"Caramba, que sorte tenho de morar neste cantinho à beira-mar plantado, com o clima um bocado trocado mas estável e que não nos prega partidas assim tão grandes!"
Ah e tal e a crise... Crise? Meus senhores, crise só se for a de valores (essa sim cada vez maior e gritante!) com que me deparo todos os dias, desde que saio de casa até que nela volto a entrar, salvo raras excepções, claro está. Crise? Só se for aquela que atinge quem trabalha e cumpre, porque aos outros... enfim.
Crise? Eu teria uma crise se perdesse tudo quanto tenho, mas acima de tudo, todos a quem amo e a quem quero bem de um modo tão cruel como o que aconteceu com estas pessoas (porque o eram, de carne e osso, como nós... embora a distância possa atenuar essa percepção). Aí sim, eu viveria uma crise.
O resto? O resto é relativo... Nunca ninguém disse que a vida é fácil (e qual seria a piada se tudo fosse conseguido sem um bocadinho de luta?), mas não há necessidade de fazer dramas (de que o bom português tanto gosta). Para novelas, já bem bastam as da ficção nacional!
Conformismo? Claro que não. Realismo, se faz favor.
E já agora, aproveitar um bocadinho para viver de facto a vida e dela tirar o devido "sumo", valorizando-nos e a todos quantos nos rodeiam e queremos bem; acreditando que, quando queremos algo, não há impossíveis e apenas depende de nós conquistá-lo; aprendendo que a insatisfação é, apenas, mais um caminho para a não felicidade.
Com esta me vou... Bom fim de semana!
Rosália.
Como postei há alguns dias, 2011 chegou pleno de ideias e de novos projectos (alguns que se vão concretizando devagar, devagarinho, mas vão andando...), todos eles muito queridos e para os quais trabalho (ou melhor, trabalhamos) arduamente todos os dias. De facto, os dias cá em casa têm uma média de 20 horas de duração há já algumas semanas.
A única coisa que me aborrece e com a qual estou a ter uma tremenda dificuldade em lidar é ter passado de uma situação de sufoco, em termos profissionais, em que todos os dias o volume de trabalho era tão grande que parecia quase impossível dar conta de tudo quanto tinha para fazer, para outra de completo tédio, de um vazio absoluto, sendo o horário de trabalho preenchido com absolutamente... nada!
Um dia, tudo bem, até dá para "descansar" de tantas tarefas finalmente resolvidas. Dois, é aborrecido mas vai-se levando. Agora, estamos a falar de uma situação que se arrasta há já algumas semanas... e não parece ter fim. As tarefas são cada vez menores e mais escassas, isto quando as há.
Cá fora, na vida real, avolumam-se os projectos a concretizar, as responsabilidades, as necessidades de um tempo que existe mas é roubado pelo vazio e, simultaneamente, pela imposição da obrigação em cumprir a jornada de oito horas diárias, sem apelo nem agravo, porque o final do mês é escasso mas ainda muito preciso (e dado o panorama geral - cada vez menos animador - também precioso).
Como disse acima, tenho uma imensa dificuldade em lidar com esta situação... e a cada dia que passa a mesma agrava-se.
Que fazer? Sugestões aceitam-se!
Os meus cantinhos