Este é o meu refúgio, o meu abrigo. Aqui espelho o meu eu, sob a forma dos meus pensamentos feitos palavras...
Sábado, 25 de Fevereiro de 2006
Um Novo Amanhecer...

amanhecer.jpg


Às vezes, há palavras escritas e interpretadas por outrém que, em determinado momento, fazem muito mais sentido do que tudo quanto poderia aqui explanar até à exaustão.


Às vezes, há músicas que me tocam e fazem pensar em momentos, situações e, acima de tudo, pessoas... Aquelas pessoas que são verdadeiramente importantes para mim.


Às vezes, apetece-me não escrever mais do que estas breves linhas e deixar que seja a música a falar por mim, chegando até quem para sempre terá um lugar no meu coração.


 


First Day of My Life - Melanie C.


So I found the reason to stay alive 
Try a little harder see the other side 
Talking to myself, too many sleepless nights 
Try to find a meaning to this stupid life 

I don't want your sympathy 
Sometimes i don't know who to be 

[Chorus:]
Hey, what you’re looking' for? 
No one has the answer, they just want more 
Hey who's gonna make it back? 
This could be the first day of my life 

So I found the reason to let it go 
Tell you that I’m smiling' but it's too mean to grow 
Will I find salvation in the arms of love? 
Will it stop me searching? 
Will it be enough? 

I don't want your sympathy 
Sometimes I don't know who to be 

[Chorus:]
Hey, what you're looking' for? 
No one has the answer, do you just want more 
Hey who's gonna make it back? 
This could be the first day of my life 

The first time to really feel alive 
The first time to break the chain 
The first time to walk away from pain 

[Chorus:]
Hey, what you're looking' for?
No one has the answer, will you just want more
Hey, who's gonna make it back?
This could be the first day of your life

Hey, what you're looking' for? 
No one has the answer, they just want more (ooh, yeah) 
Hey, who's gonna shine a light? 
This could be the first day of my life


publicado por scorpiowoman às 19:57
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Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2006
Doce lugar...

docinhos_bons.jpg


Desperto e enrosco-me no teu abraço suave, quente e doce. Sinto o peso dos corpos fofos e peludos dos nossos bichanos em cima das minhas ancas, dos pés, o calorzinho do que se encosta nos meus rins e do que se aninha juntinho à minha barriga e ainda a suspensão graciosa e nada prática do gorducho-mor, que teima em dormir no meio dos donos.


Depois de um "bom-dia" ainda muito ensonado, quase dito para dentro, levanto-me enquanto o Apache vai contigo dar o seu passeio matinal, por entre pulos e corridas de alegria ao longo do corredor. "Quem me dera ter um bocadinho daquela energia toda!", penso, enquanto me dirijo para o banho.


Algum tempo depois, já vestida e agasalhada para enfrentar o vento frio que se faz sentir (mas sem chuva...), estômago aconchegado com um pequeno-almoço tomado por entre alguma calma, dirijo-me para a porta, a fim de levar-te ao trabalho. Abro a porta da varanda e o Apache sai logo lá para fora, o que me dá tempo de fechar a porta da sala antes que ele dê conta da minha ausência. Custa, mas tem de ser...


Brinco contigo por não ir trabalhar. Hoje e amanhã faço "gazeta", por conta do exame na faculdade, mas não quero cair no facilitismo de ficar no bem-bom quentinho do vale dos lençóis. Além disso, há assuntos que carecem de alguma urgência em ser tratados e, como tal, há que aproveitar bem o tempo.


Ao som do noticiário das 09h00, estaciono o carro ali mesmo ao lado do Jardim da Correnteza. Por incrível que pareça, não apanhei trânsito. Alimento o sempre guloso parquímetro, que me autoriza a por ali permanecer até perto das 11h00. Menos mal, tenho muito tempo para tratar do que preciso. Primeiro para um lado, aquele que fica mais perto. Depois, a dúvida: A distância ainda é grande até ao centro da Vila. Vou a pé? Levo o carro e pago outro lugar de estacionamento?


Escusado será dizer que a necessidade de exercício físico aliada à falta de moedas rapidamente solucionaram esta questão. Num ritmo certo e constante, dirijo-me ao meu destino. Durante o percurso, olho ao meu redor, contemplando aquela que será sempre a eleita do meu coração: Sintra, o meu refúgio, abrigo, paraíso... Tudo aquilo que mais amo ali tão presente em cada cor, folha, ave, movimento...


Do meu lado direito pousa e rapidamente levanta voo um pintassilgo com o peito escarlate luzidio. Em frente, a Volta do Duche surge esplendorosa com o ar fresco da manhã, que me gela e aquece em simultâneo. Observação curiosa, esta, que me faz sentir viva a cada novo passo. Não se vê quase ninguém nas ruas. Ocasionalmente, cruzo-me com um ou outro habitante, funcionário da câmara ou estudantes. Até ao Palácio não mais do que dois ou três turistas. Um deserto de gente. Um sonho para mim.


Confesso... Sou egoísta. Gosto de caminhar assim, por entre o relativo silêncio matinal, e sentir que aquela que ali se ergue a meus pés é toda minha: Tenho toda a beleza de Sintra só para mim! Nem assim consigo contemplar a imensidão e extensão da mesma...


Depois de tudo tratado, resta-me fazer o caminho inverso, não sem antes parar sensivelmente a meio e adquirir um belo pacote de queijadinhas, doces e estaladiças para estragar (mas só ao almoço!) o efeito desta enérgica e revigorante caminhada. Bem... qual almoço! Não resisto...


"Um café cheio e uma queijadinha, se faz favor!" Paciência! Faço dieta amanhã... Ah, que bem que sabe. Quem inventou estes docinhos fê-lo muito acertadamente :))).


Está na hora de regressar a casa... Bem, estava capaz de ir buscar o Apache e passar a manhã por aqui com ele, mas não pode ser. Tenho de estudar (estou sem vontade. Não me apetece, não me apetece, não me apetece! Pronto!) e fazer o almocinho, que hoje temos lá uma resmungona a fazer-nos companhia.


Fica a promessa de fazer isso mesmo: Vir de manhãzinha para aqui, apanhar o fresquinho, na companhia do canito (e na tua, quem sabe?) e encher-me de sons, cores e vida...


Até lá,  é no refúgio dessa imagem que me concentro para encontrar forças e enfrentar o caminho que agora tenho de trilhar.


Boa semana!


Rosália :*)



publicado por scorpiowoman às 16:04
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Segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2006
Desafios, taras e manias...

secretaria_1.jpg


Confesso que, regra geral, não sou o que possa definir-se como entusiasta de desafios deste género. No entanto, acho que a minha querida Azoriana acertou na mouche ao seleccionar-me para responder a dois pequenos questionários, que têm tanto de engraçados como de inteligentes. Demorei um pouco, é certo... mas vale mais tarde do que nunca, não é Rosinha?


"Inteligentes?", perguntar-se-ão. Pois é, são mesmo. De facto, possuem esta qualidade, chamemos-lhe assim, visto que, mesmo não passando de uma mera brincadeira, obrigam a pessoa (neste caso, eu) que opta por responder a pensar naquelas pequeninas coisas (os pequenos "nadas") importantes e que quase sempre desprezamos, como, por exemplo, a própria evolução pessoal e profissional, quem realmente conta e marca as suas vidas, como ocupam e valorizam os seus tempos livres (no questionário Quatro...) e até características particulares das suas personalidades que permitem que se distingam entre as demais (Cinco Taras e Manias). Duvidam? Quem sabe não terão razão.


A fim de esclarecer todas as dúvidas, aqui seguem as respostas. O juízo das mesmas, esse, é aguardado nos comentários a este post! Boa leitura...


 


Cinco Taras e Manias


1. Sou absolutamente louca por... gatos. São inteligentes, independentes, cheios de personalidade e muito "senhores dos seus narizes". Delicio-me com os seus banhos, as suas sestas e respectivas posições acrobáticas, os seus pedidos quase ordens de mimos e festinhas (sempre em dose q.b.)... Deleito-me com o seu calor quando, nas noites mais frias, dispenso perfeitamente as botijas de água quente em prol de corpos fofos e quentinhos enroscadinhos nos meus pés ;)...


2. Esta tem bolinha vermelha no canto superior do ecrã do monitor... ou então não. Adoro fazer amor. Não lhe chamo tara ou mania, antes paixão, amor (na verdadeira acepção da palavra), prazer... Nada se compara com a sensação revigorante de poder estar com quem se ama e viver/fazer momentos únicos, partilhando-os por entre muito carinho, ternura, afecto...


3. Gosto muito, mesmo muito de escrever. Deveria fazê-lo de forma mais frequente, praticando a escrita, tentando alongar-me e diversificar o meu vocabulário. No entanto, como em tantas outras coisas, falta-me ainda a dose necessária de paciência para prolongar os meus textos além das duas páginas... Acho que nunca escreverei um livro. Quem sabe? Não consigo escrever nem estudar sem ouvir música ou qualquer outro ruído ligeiro de fundo. O silêncio absoluto tem tendência a deixar-me com nervoso miudinho e acaba mesmo por desconcentrar-me.


4. Mesmo já quase nos "intas" (ai que está quase!) ainda não perdi uma paixão de criança: Colorir desenhos! Adoro pintar, especialmente com lápis de cor, e tento sempre que fique perfeito: sem um único espaço branco (por ínfimo que seja) e bem dentro dos contornos negros do esboço. Alguém tem um livro de colorir que não queira? ;)


5. Esta será, talvez, um tanto hilariante dadas as circunstâncias: Desde os meus três ou quatro anos de idade que tenho pavor (isso mesmo, pavor) de cães... tirando aqueles que me são mais próximos (especificando: Apache, Bobby e Rocky). Sou mesmo capaz de atravessar a estrada para o lado oposto, se vir um cão que não conheço solto ou com a trela muito folgada. Tudo isto resultado de um valente susto com um lobo de Alsácia que quem me tornei amiga ;).


 


Quatro...


1. ... empregos que já tive.


a. Estudante (sim, considero que também é uma profissão. E depois, hum?)


b. Professora de Língua Portuguesa no Ensino Básico e Secundário (só no estágio, felizmente!)


c. Revisora gráfica (com um bocadinho de edição à mistura)


d. Doméstica (hoje e sempre... a não ser que me saia o Euromilhões ;) ))


2. ... pessoas mais importantes na minha vida (vou fazer batota, aviso já, e é favor não ligar à ordem!).


a. o Paulo, meu marido, amigo, companheiro, namorado, etc., etc.


b. a Catarina, a Lili, o Pedro, o Nuno Antunes, a Rita e a Marta (entre os que estão mais perto e aqueles com quem raramente falo mas estão sempre no meu coração, sabendo eles a razão para tal e não esquecendo quem aqui não é mencionado mas também sempre recordado).


c. a minha "nova" família, grande, diversa, que me acolheu de braços abertos e a quem vou conhecendo e respeitando, procurando integrar-me a cada dia que passa.


d. os meus pais e os meus avós (maternos), que me deram a vida, me criaram e fizeram de mim a mulher que hoje sou, com as minhas virtudes e também os defeitos; que já não estão comigo mas sempre em mim e a quem não esqueço mas também não choro, pois é da sua alegria e dos bons momentos (mesmo não esquecendo os maus) que retiro a recordação da família que tentarei, um dia, dar aos meus filhos.


3. ... filmes que posso ver vezes sem conta.


a. Notting Hill, pela história, pelas interpretações, pela música. Inesquecível e inigualável She.


b. A Bela e o Monstro, ed. especial: Prenda do meu amor e um filme que me diz tanto mesmo que eu não saiba explicar por quê. Cuidado se me ouvirem a trautear os primeiros acordes das músicas... Começando, não páro mais.


c. Shrek... "Flor azul com espinhos... Flor azul com espinhos... Isto seria tão mais fácil se eu não fosse daltónico!"


d. Todos (ou quase todos) os da Disney, Pixar, Fox, Dreamworks e afins... Acredito que nem mesmo o mais infantil é capaz de deixar indiferente um adulto que saiba o que é o bater da ternura no coração.


4. ... livros que adorei ler.


a. Todos os livros sobre o Rei Artur da autoria de Marion Zimmer Bradley e Stephen Lawhead.


b. Maktub, de Paulo Coelho.


c. As Palavras Que Nunca Te Direi, de Nicholas Sparks (leiam o livro e não vejam o filme!)


d. Presságio de Fogo, de Marion Zimmer Bradley.


5. ... sítios onde vivi.


a./b./c./d. Mem Martins, Sintra, Portugal.


6. ... séries televisivas que não perco (ou não perdia).


a. Tru Calling/O Apelo


b. Lost/Perdidos


c. Smallville


d. Anatomia de Grey


7. ... sítios onde estive de férias (nem que fosse um só dia).


a. Santiago de Compostela


b. Viana do Castelo


c. Avis


d. Porto.


8. ... dos meus pratos preferidos.


a. Spaghetti a Carbonara


b. Bacalhau com Natas


c. Lombo Assado Recheado com Ameixas


d. Salada Exótica de Frango


9. ... websites que visito diariamente.


a.  Sites onde tenho contas de e-mail.


b. Blogs de amigos.


c. Companhia dos Animais.


d. Felinus.


10. ... sítios onde gostaria de estar agora.


a.  Na minha caminha, quentinha e quase a adormecer, com o meu amor e os meus bichaninhos (já faltou mais).


b. Na serra da Estrela, a ver nevar.


c. Num qualquer café ou bar simpático, rodeada por todos a quem mais amo e pelos meus amigos, a conversar.


d. Na minha futura casa (uma vivenda linda, de um só piso, mas com um grande terreno à volta), porque era sinal que me tinha saído o Euromilhões :D.


 


Ah, já agora: Não vou passar estilo corrente, antes deixar o desafio a quem gostar para que continue e responda também :D!


Beijinhos e boa semana!



publicado por scorpiowoman às 00:41
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Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2006
1.º Aniversário

1o_aniv_escrevoapenas.jpg


Escrevo... linhas soltas, palavras únicas, textos que se alinham aleatoriamente num sentido misterioso.


Apenas... num qualquer blog, caderno, espaço ou tempo.


Escrevo... desabafos, histórias, ficções, realidades, o concreto, o virtual, o que não é passível de ser escrito.


Apenas... mágoas, tristezas, alegrias, criações, factos, invenções, sentimentos e emoções.


Escrevo... porque vivo, respiro e esta é uma parte de mim tão necessária quanto respirar ou olhar o sol que vai alto no céu.


Apenas... porque este é o reflexo de mim.



publicado por scorpiowoman às 02:24
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Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2006
Hoje chorei...

pic05662.jpg


(O AFlores é uma amigão... Dá cá mais cinco!)


Ao contrário deste lindo cachorrinho, super bem-disposto e tão bem tratado, hoje chorei, chorei mesmo muito, ao deixar para trás um menino que encontrei abandonado e, por razões várias, não pude trazer para casa. Fui entregá-lo na APCA (no canil, nunca) e deixei lá um pedaço do meu coração...


Encontrei-o enquanto procurava por outro, o Meco, que se perdeu no dia 19 de Janeiro, na Estefânea, em Sintra, e tem sido visto aqui por estes lados. Quando me dirigia ao carro, depois de ter recebido indicações de onde o menino que procurava tinha sido avistado pela última vez, apareceu um autêntico príncipe, lindo de morrer (quem sabe arraçado de pastor alemão), ainda cachorro, no cimo da avenida que subia. Dirigiu-se de imediato até mim, enroscou-se nas minhas pernas e pediu mimos. Fiz-lhe muitas festinhas e, em troca, recebi imensas festas e lambidelas...


Sem muitas dificuldades, agarrei-lhe na coleira e ele seguiu-me... Perdido ou abandonado, ainda tem uma coleira preta (com chapinha de metal aplicada) e o trinco da trela preso na mesma. Abri a porta do carro e ele prontamente subiu para o banco de trás (onde já tinha colocado umas mantas) e aninhou-se. A caminho da associação, liguei a avisar que tinha encontrado o canito... Disseram-me que não era o Meco, mas sim outro que também já havia sido avistado e dado como perdido/abandonado.


Não consigo encontrar palavras para descrever a gratidão, o carinho e a meiguice daquele animal. Muito menos para expressar como fiquei quando tive de entregá-lo... Este lindinho, sempre que eu saía do carro (primeiro para lhe levar um miminho para ele roer, depois para ir avisar na associação que já tinha chegado), passou imediatamente para o banco da frente e deitou-se enroscadinho no lugar do condutor (neste caso, eu). Quando a funcionária, a D. Luzia, (muito atenciosa e simpática - assim que compreendeu que eu não podia mesmo ficar com o cão e que o estava a entregar de coração nas mãos, ainda mais simpática foi), o tentou tirar, ele encostou-se todo ao banco, fincou as patas e só me deixou aproximar a mim...


Fui falando com ele, convenci-o a sair e fui-o guiando para o portão... E ele sempre a olhar para mim... Quando me aproximei mais da entrada, começou a tentar desenfiar a coleira e voltar para o carro. Não deixei. Chorava o meu coração e chorava eu...


Entreguei-o apenas e só na certeza de que, esta noite, o Príncipe (pronto, eu sei, não lhe devia dar nome... mas foi o que me surgiu) vai ter uma caminha para dormir, comidinha sem ser regateada e um tecto para o abrigar deste temporal de frio e chuva que teima em persistir.


A D. Luzia, ao ver-me com as lágrimas a correrem livremente, disse-me que posso aparecer sempre que quiser para o visitar, passear... Não sei, mas acho que vou tentar. Acreditem ou não, estas marotas cristalinas continuam a molhar-me a cara enquanto escrevo...


Eu entreguei um cão que não era meu numa associação que os acolhe e protege e fiquei assim, tão triste e atordoada que uma amiga minha me disse que eu devia era afastar-me destas situações, porque não me fazem bem nem ajudam em nada. Talvez... Mas vou ficar de braços cruzados e ignorar?


Choro, custa-me, atormenta-me e aquele bichinho só hoje cruzou o meu caminho, pedindo festas, mimo e carinho. Não chegou a ser uma manhã inteira, quanto mais um dia... Meu bom Deus, como é possível que haja gente que os abandona e deixa à sua (por vezes muito pouca) sorte sem olhar para trás? Como é possível?


Sei que haverá situações piores... Mas esta tocou-me. Muito. Profundamente.


Hoje chorei... e não terá sido última vez.


Rosália :*)



publicado por scorpiowoman às 16:09
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