Este é o meu refúgio, o meu abrigo. Aqui espelho o meu eu, sob a forma dos meus pensamentos feitos palavras...

Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2013
Oito anos depois

A 8 de Fevereiro de 2013 passam oito anos sobre a criação deste espaço.

 

Ainda por cima, o crédito da lembrança não foi, de todo, meu, antes de um querido Amigo que teima em passar por aqui, mesmo com todo o abandono que tem grassado. Será, porventura, o único resistente :)?

 

Oito anos... Já passaram mesmo oito anos?

 

Quase nem dei conta. E o que a minha vida mudou neste espaço de tempo! Contado, dificilmente alguém acreditaria.

 

Assim sendo, parabéns a este cantinho e que, mesmo em stand by, se vá aguentando por outros tantos.

 

Rosália



publicado por scorpiowoman às 11:46
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Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2013
Incertezas

Foi um choque voltar a este cantinho que, confesso, tenho deixado ao abandono nos últimos meses.

 

Quase seis, a bem da verdade. Meio ano. Tanto, tanto tempo e tanta coisa que se passou desde então.

 

Acontecimentos bons, maus e assim-assim, reflexos da vida de qualquer pessoa e a minha não é, de todo, diferente. Apenas minha.

 

Já me questionaram porque deixei de escrever, porque deixei o blog de lado e, a bem da verdade, não há uma razão de ser que o justifique. Ou será que o deixar-me absorver pelo que acontece em meu redor, na minha vida, aos meus e aos nossos, o pode fazer?

 

Tempos de incerteza, estes, pontuados por uma vontade que também tem o seu quê de dúbio e paradoxal: Se, por um lado, me apetece isolar de tudo e todos, até mesmo do mundo, e ficar no meu canto, por outro, apetece-me partilhar o que por aqui vai (dentro de mim), em busca de um diálogo (embora creia que, sem leitores, será mais um monólogo... e bem merecido, não tenho dúvidas) que me permita alcançar alguma paz e serenidade, quando as mesmas escasseiam.

 

Sinto falta da inspiração, das letras que digitava quase sem pensar, formando as palavras que quase me afogavam o pensamento de tão céleres, numa cadência semelhante à do embater das ondas na costa em dia de mar revolto e tempestuoso.

 

Sinto falta deste espaço e não sei como o reavivar, reanimar, preencher.

 

Só sei que não o quero deixar morrer, não quero mais uma perda de mim.

 

Espero voltar. Neste momento, apenas consigo esperar.

 

Rosália.

 


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publicado por scorpiowoman às 12:02
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Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2010
Querido Menino Jesus...

Menino Jesus 

Há já quase dois anos, escrevi-te uma carta de Natal, como fazia quando era pequenina, na qual te deixei o meu pedido para o Natal desse ano: uma família. Nem mais, nem menos.

 

Hoje, escrevo-te novamente, para te agradecer por teres escutado o meu pedido e por me teres concedido a graça de, finalmente, poder dizer que a tenho. Talvez seja um bocadinho diferente do que está estipulado convencionalmente, mas desde quando convencional é a minha imagem de marca?

 

Ouviste-me e deste-me Luz e Esperança no meu caminho, fizeste-me acreditar que o Amor e a Harmonia ainda são bênçãos que podem fazer parte do dia-a-dia mais atribulado e, por isso, estou grata do fundo do meu coração.

 

Ao A. e ao F. devo muita da Alegria que ajuda a colorir os dias mais cinzentos. Eles são o Sol que ilumina a escuridão em que, por vezes, nos deixamos cair, guiando-me e obrigando-me a manter o rumo e a nunca desistir. São a força-motriz que alimenta o meu desejo por chegar, todos os dias, um pouco mais longe, conseguir alcançar um pouco mais dos objectivos que, juntos, traçamos, preencher e dar vida a este nosso viver tão cheio e tão rico.

 

A., és o melhor namorado, companheiro, "marido" que poderia ter encontrado. Juntos, temos levado por diante muitos projectos e, para tal, vencido diversas batalhas e ultrapassados os mais diversos obstáculos, apoiando-nos mutuamente, estando lá um para o outro sempre que é preciso e, mais importante ainda, quando não é. Temos crescido juntos, tornando-nos pessoas melhores, partilhando sonhos mas também alguns pesadelos, conhecendo-nos sempre um pouco mais e melhor a cada dia que passa. Tens sido o alvo do meu Amor e do meu Carinho e o farol da minha Vida. Amo-te.

 

F.,  para mim serás sempre o "miúdo", o "puto", aquele rapazinho com o cabelo cortado à tigela que, de repente, se tornou um jovem com cabelos quase tão compridos quanto os meus (ainda não chegaste lá, mas estás no bom caminho), um espírito único e, juntos, temos já algumas boas histórias para contar e partilhar um dia mais tarde. Quem sabe com o teu irmão ou irmã (se acontecer…) ;-)? És um filho impecável, o teu pai ama-te muito e eu… bem, eu espero que a teres um irmão ou irmã, ele venha a ser tão porreirinho como tu. (Já chega de lamechice agora, está bem? Siga…)

 

Ao P. e à L. (e aos meus sobrinhos lindos), devo a Amizade ímpar, sem limites, na certeza constatada de que estas são amizades de e para uma vida. Na vossa companhia, tenho-me tornado uma pessoa melhor e, ao partilharmos os momentos menos bons que todos os percursos conhecem, os obstáculos e as dificuldades têm sido, sem dúvida alguma, muito mais fáceis de ultrapassar.

 

P. és o Melhor Amigo que alguém pode desejar e tens um futuro brilhante à tua frente, se te decidires a agarrar a Vida que tanto menosprezas e a lutar por ti e pelo teu próprio percurso. Nos anos de amizade que nos unem, sempre te disse isto e mantenho. Tens um potencial imenso, só te resta dar-lhe asas e usufruires de todo o teu potencial. Estarei sempre ao teu lado enquanto assim o desejares.

 

L., és a minha "vecchia sorella", a minha mana do coração e muitas são as histórias que os nossos filhos (bem, pelo menos os teus…), ainda nos ouvirão contar um dia… Uma amizade como a nossa é, como já disse, para a Vida e já foi bem posta à prova, tendo superado todas as provas com distinção, não achas? Adoro-te e isso não muda. Nunca.

 

E depois há pessoas como o AF, a CM, a ClinhaM, a M e tantas outras, tão especiais, que estão sempre no meu coração, aí vivendo e fazendo parte desta minha grande família, ímpar, única e… minha!

 

Claro que não posso esquecer os meus "meninos" de quatro patas, felinos e canídeos, sem os quais a minha vida seria… vazia, muito mais pobre e cinzenta, sem graça alguma. Afinal, vocês também são a razão de ser tantas peripécias que culminaram na minha grande família humana :-).

 

Por tudo isto, obrigada meu Menino Jesus!

 

O meu desejo para este Natal? Que o melhor deste ano seja o pior do próximo e que… hum… tu sabes :-).

 

 

Rosália, 02/12/2010


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Quinta-feira, 11 de Novembro de 2010
Computadores, memória (ou falta dela) e afins...

 

Memória? Hello? Ondandas?

 

Eu sei que o blog tem andado outra vez ao abandono, eu sei. Não precisam de mo dizer ou sequer apontar!

Ainda assim, esclareça-se, em abono da verdade, que, desta vez, a culpa não é mesmo minha nem do meu natural “desnaturanço”. De facto, as máquinas cá de casa, que é como quem diz os computadores (o portátil e o desktop, vulgo computador de secretária) decidiram seguir o exemplo do meu telemóvel (que havia avariado no início do mês de Outubro... o visor teve um colapso e apagou-se de vez!) e, se ao primeiro lhe falta o carregador (um dos meus gatos decidiu armar-se em electricista com o fio de alimentação que liga o dito ao transformador... este ainda se aguentou até aqui a je não o ver, enfiar o pé e vai de dar um tropeção que levou tudo atrás e estragou o que já não estava grande coisa), ao ligar o segundo ouviu-se um “pum!”, seguido de um apagão no escritório e um intenso cheiro a queimado. Resultado? A fonte (500 watts) decidiu manifestar o seu desagrado face a uma longa ignorância (alguns meses sem que os seus serviços fossem requisitados) e, pronto, agora é que não trabalha mais! Pronto, eu sei que há coisas mais importantes e antes estes pequenos nadas (que até nos fazem alguma falta) do que uma doença ou até um braço ou uma perna partidos, mas... caramba! Tinha de ser tudo ao mesmo tempo?*

Se a tudo isto juntarmos algo de tremendamente perturbador que tem vindo a suceder de há umas semanas a esta parte, temos aqui um cocktail que nem vos digo nada. Senão, vejamos...

Sou uma pessoa naturalmente distraída. Assumo-o. É um facto. Ainda assim, distraída q.b. Quando era mesmo pequenita (em idade, entenda-se... já que em altura e largura, os factos tendem a ser contraditórios), a minha mãe costumava dizer que era preciso ter um cuidado imenso com tudo quanto se dissesse ao pé de mim, uma vez que, mesmo aparentando a maior das distracções, captava tudo e, do nada, fazia as perguntas mais... inesperadas, vá. Depois, também havia aquelas ocasiões em que me davam um recado, eu ouvia, respondia afirmativamente e... no instante seguinte já não me recordava de nada. A frase “só não perdes a cabeça porque a tens agarrada aos ombros” fazia muito sentido aqui por casa. Fazia, sim senhora.

Agora, se atendermos aos acontecimentos dos últimos dias, confesso que me assusto um pouco. Vejam lá se não tenho razão...

Na véspera dos meu 34.º aniversário (data magnificamente celebrada algures na passada semana), estando eu de férias, achei por bem ir tratar da renovação do meu velhinho Bilhete de Identidade, o qual caduca perto do Natal. Para não acontecer como da última vez (que só dei que o tinha caducado uns quantos meses mais tarde...), lá me dirigi à Conservatória do Registo Civil aqui do sítio para tratar de tudo a tempo e horas, sem pressas nem confusões. Lá fui e, com 18 pessoas à minha frente, entre presentes e ausentes, esperei uma hora e meia (sim, 60 minutos e mais outros 30 depois destes, contadinhos pelo relógio) e, enquanto o fazia, fui conferindo se tinha todos os documentos necessários comigo, pois desta vez já não vou ter um BI mas sim um Cartão do Cidadão, todo giro, modernaço e... carote.

Olhei diversas vezes para os dados que constam da parte de trás do BI para ter a certeza de que estava tudo bem e não era preciso fazer qualquer alteração. Assim, ao chegar a minha vez, lá me dirigi com um sorriso à senhora que me iria atender. Sentei-me e...

 

-        Bom-dia. Vem então fazer o pedido para o Cartão do Cidadão?

-        Bem, sim e não. Venho renovar o BI. Sabe, como caduca já em Dezembro, quero tratar de tudo a tempo e horas...

(Silêncio... Tic. Tac. Tic. Tac. Conferência de dados do BI e um olhar perplexo para o documento e outro dirigido à minha pessoa.)

-        Ah, pois... mas olhe, só caduca em Dezembro de 2011. Quer avançar ou espera?

-        !!!!!!!!! (2011? 2011? Eu tinha a certeza que estava lá 2010! Como 2011?) Ah... Bem... então... Olhe, deixe estar. Como não sei se haverá alterações, para o ano trato do assunto. Desculpe o tempo que lhe tomei, sim?

 

Giro foi explicar a quem me acompanhou por que razão estivemos aquele tempo todo à espera e saímos de lá num ápice e sem tratar do assunto que ali nos levara! Ui...

 

Regressei ontem ao trabalho e, hoje, como sempre, trouxe um dos trabalhinhos com os quais me costumo entreter durante a hora de almoço (que vos vou mostrando aqui). Pois sim. Trouxe o trabalhinho, com a renda por acabar... e deixei a agulha para a dita em casa! Perfeito!

 

Melhor ainda, ao acordar, reparei que o telemóvel estava a ficar sem bateria. Para evitar as correrias de última hora, tirei logo o respectivo carregador da gaveta e coloquei-o no saco do farnel, para não ficar “descalça” quando a bateria acabasse de vez. Hum, hum... muito bem, sim senhora. Ter trazido o carregador certo é que tinha calhado bem! Mas não... veio o outro que é tão, mas tão parecido que não dá mesmo para os baralhar!

 

Já me viram isto? Será da idade? Que é feito da minha atenção e da minha memória? Hello? Onde andam?

 

Deixo aqui um apelo: Se alguém as encontrar por aí a “laurear”, faça-me o grande favor de as devolver à procedência. Mal ou bem, ainda me vão fazendo falta!

 

Rosália, 09/11/2010 (sim, 2010... ainda não estamos em 2011. Bah!)

 

* Valha-me o portátil da minha cara-metade, o qual tem sido super-hiper-mega-usurpado quando o dono não pára em casa! Eheheheh!

 


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Terça-feira, 19 de Outubro de 2010
De "molho"

Que treta...

 

Quem me conhece, já sabe bem da (pouca) paciência que tenho para estar doente!

Agora, imaginem estar com uma infecção respiratória que decidiu ser mais teimosa do que eu! Ah, pois é!

Desde há três semanas que não sei o que é não ter febre e/ou dores no corpo, aos quais se somam falta de ar e afonia ocasional (regra geral, quando tenho alguém - que não de quatro patas - para me fazer companhia e conversar um pouco).

Se somarmos a isto as notícias (pouquíssimo) agradáveis que me têm chegado da empresa onde trabalho, mais ainda do departamento onde exerço as minhas funções, obtemos o cocktail perfeito para quem está em casa, sem nada poder fazer, doente por causa da má manutenção e do péssimo funcionamento do ar condicionado das instalações em questão!

Valham-me por isso os meus companheiros de quatro patas, a minha paixão pelo ponto de cruz, os meus cantinhos blogueiros preferidos e, claro, a paciência do meu amor (que a tem tido em doses industriais, porque não sou uma doente nada fácil!).

Já vos disse que não gosto mesmo nada de estar doente? Bah!


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publicado por scorpiowoman às 16:28
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Segunda-feira, 11 de Outubro de 2010
Do blog...

 

ou da falta de actualidade do mesmo.

É bem verdade que este meu canto tem estado ao abandono de há alguns meses a esta parte. Se alturas houve em que tal podia ser mau sinal, desta feita, porém, deixem-me esclarecer que isso não se verifica, felizmente.

Alturas boas e más todos temos e 2010, ainda que seja demasiado cedo para balanços, não tem sido um ano particularmente fácil. Contudo, como dizia a minha Mãe, “não há bem que sempre dure, nem mal que se não acabe” e, felizmente, as coisas boas não têm faltado, ainda que possam ser invulgares perante os desejos mais comuns de quase todos nós.

Se é verdade que, profissionalmente, este ano tem sido dos mais “negros” desde que ingressei na minha profissão e, em particular, na área em que trabalho desde os idos de Junho de 2006 (incluindo um layoff de seis meses, que não foi além do primeiro mês e meio...), não o é menos que aprendi, uma vez mais, que há vida além do horário que procuro cumprir escrupulosamente (ao minuto!) e que o mais importante desta está, de facto, fora das paredes onde me encontro enclausurada oito horas por dia.

Assim, em 2010, a minha vida, aquela com V maiúsculo, tem sido plena de coisas boas, às quais dou cada vez mais valor e me entrego sem reservas, pois são elas que me dão força, me fazem continuar e seguir em frente, mesmo quando tudo o resto parece não ter sentido ou nem mesmo futuro. São elas que me permitem acreditar e sonhar.

De uma reviravolta inesperada que trouxe muito mais vida e cor e, acima de tudo, companhia e família ao meu dia-a-dia (vamos esquecer o “filme” das mudanças e da casa que ainda não está arrumada, está bem?) aos meus companheiros de quatro patas que me enchem de alegria (e me dão cabo da paciência, quando decidem asneirar todos ao mesmo tempo... parece que combinam!), passando pela bênção da excelente recuperação de um amigo que apanhou um susto “daqueles” e pela companhia (e nunca menos importante) daqueles Amigos (assim mesmo, com A maiúsculo) que são a constante da minha vida e, afinal, também a minha Família, 2010 tem sido um ano pleno de alegria.

Novos escritos? Provavelmente.

Projectos futuros? Alguns, passando também por este outro cantinho.

Contratempos? Muitos.

Dúvidas? Mais do que aquelas de que me consigo lembrar enquanto escrevo este post.

Certezas? Uma só (mas assente em tantas outras): Sou Feliz.

Até breve.

 

 

 


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Sexta-feira, 8 de Outubro de 2010
Nunca é tarde...
De volta à escrita...
 

Para fazer algumas renovações, seja na nossa vida ou tão-somente num espaço que nos é querido, como me é este cantinho.

 

As linhas gerais são as mesmas, mas a tão adiada migração tornou-se imperativa após algumas tentativas falhadas de publicação e um grande susto, durante o qual cheguei a temer ter perdido um dos mais preciosos refúgios, onde encontro sempre abrigo para a minha alma, o meu ser.

 

Sejam bem-vindos ao "renovado" Escrevo Apenas!

 

Bom fim-de-semana!

 

sinto-me:

publicado por scorpiowoman às 16:24
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