Este é o meu refúgio, o meu abrigo. Aqui espelho o meu eu, sob a forma dos meus pensamentos feitos palavras...
Sábado, 14 de Abril de 2007
Intemporal e verdadeiro
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luiz de Camões
De
aflores a 19 de Abril de 2007 às 18:49
Ainda hoje o nosso LC tem toda a razão.
Beijinhos do NOrte;)
Olá. Estás sempre à vontade para me dizer alguma coisa. Obrigado por me desejares boa noite. Desde que conheci o teu blog que passou a ser o meu favorito. Adoro-o. Não me importo nada de flutuar nele sozinho. Dá-me assim um ar de "importante" , ou melhor de previligiado :) eheheh. É uma ternura passear por aqui, ler cada letra e voar nos teus pensamentos. beijinhos.
Tão contrário a si é o mesmo amor... nem imaginas como isso é verdade. O amor é um labirinto tão difícil de compreender por vezes... que mergulhamos nos seus caminhos sem nos apercebermos que mais cedo ou mais tarde não sabemos o que é mais correcto. Atravessar aquilo que resta? Deixar que a chuva caia nos nossos olhos e acordarmos de um pesadelo? Ou por outro lado... sorrir porque nos sentimos como se pintássemos o mundo com a nossa alegria? Se eu soubesse verdadeiramente o que é o amor, se tivesse a quem poder demonstrá-lo, quem sabe eu próprio saberia algo mais sobre ele. Mas uma coisa é certa: Ele existe por mais complexo que seja e não sabemos viver sem ele. E tanta falta que ele me tem feito. beijinhos do arco-íris*
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